Dor orofacial

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A dor faz parte de um sistema de alarme do nosso organismo, que nos avisa quando algo está errado. Pode ser de curta ou longa duração, ou seja, aguda ou crônica. As dores agudas costumam resultar de alguma alteração notória da normalidade e, assim, são mais facilmente diagnosticadas e tratadas, o que nem sempre acontece com as dores crônicas.

As dores orofaciais podem ter diversas origens e podem ser divididas basicamente em quatro grandes grupos: neurológicas, otorrinolaringológicas, oftalmológicas e odontológicas. As causas odontológicas não se restringem aos dentes e gengivas, pois também incluem desequilíbrios nos ossos maxilares, músculos da mastigação, nervos cranianos, língua e nas articulações temporomandibulares.

Estudos mostram que a dor de dente é a dor aguda mais comum dentre as dores orofaciais, enquanto as disfunções temporomandibulares são a causa mais comum das dores crônicas orofaciais.

O bruxismo (ato de ranger os dentes durante a noite) e o apertamento dental diurno podem causar dores na região de cabeça e pescoço e também devem ser uma hipótese diagnóstica em caso de dores. Há ainda a possibilidade de origem neurológica, como as neuralgias do nervo trigêmeo.

Seu cirurgião bucomaxilofacial deverá avaliar a origem das dores na região de cabeça e pescoço e,assim, adotar a conduta adequada para um tratamento de sucesso que devolva seu bem-estar.

Os pacientes com dores crônicas podem apresentar alterações psicológicas ou psiquiátricas associadas, como depressão e ansiedade, ou ainda apresentar distúrbios do sono. Cada uma dessas condições deverá receber a abordagem terapêutica adequada.

OPÇÕES TERAPÊUTICAS

Após um minucioso exame clínico, exames complementares e avaliação do histórico do paciente, o cirurgião chegará ao diagnóstico e às opções de tratamento mais adequadas, como:

  • Placas miorrelaxantes.
  • Métodos de terapia física (calor, ultrassom).
  • Mudança de hábitos.
  • Acupuntura.
  • Cirurgias.