Cirurgia Bucal

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here Alguns dentes necessitam de tratamento cirúrgico especializado. É o caso dos terceiros molares (sisos) impactados, ou seja, impossibilitados de erupcionar normalmente.Dentes impactados podem ser assintomáticos ou causar dor, infecções e danos aos dentes adjacentes. Assim sendo, o paciente deve ser avaliado para traçar-seque seja traçada a conduta adequada. Em geral, a conduta de eleição é cirúrgica, ou seja, torna-se necessário remover a remoção do dente impactado com a utilização de instrumentos e técnicas adequadas para cada caso.

go site Essa cirurgia poderá ocorrer sob anestesia local, sedação intravenosa ou anestesia geral, dependo do caso e das necessidades de cada paciente. O pós-operatório demanda alguns cuidados, como alimentação e terapia medicamentosa, mas é considerado confortável. Na maioria dos casos, em poucos dias o paciente pode retomar suas atividades normais.

Ипатово (Ставропольский край) Implicações de um terceiro molar impactado
Sisos impactados podem causar dor, infecção e/ou dano nos dentes adjacentes. Além disso, o capuz que envolve o dente pode formar um cisto e abrir uma loja dentro do osso maxilar ou mandibular, causando danos aos dentes adjacentes, ossos maxilares e nervos. Em raros casos, pode ocorrer a transformação maligna desse cisto, o que irá requerer um tratamento muito mais agressivo e complexo.

Deve-se ressaltar que um siso sem dor, assintomático, não assegura a ausência de processos patológicos. Os terceiros molares que erupcionam normalmente também estão sujeitos a doenças e devem ser cuidadosamente avaliados.

Acrescentamos ainda que as bactérias que se alojam ao redor de um dente do siso impactado podem contribuir para problemas sistêmicos de saúde, como diabetes, doenças do coração e dos rins. Recentes estudos indicam que essas bactérias também se relacionam à ocorrência de partos prematuros e ao nascimento de bebês de baixo peso.

cadeiraANTES DA CIRURGIA

 

O cirurgião realizará um exame clínico de sua boca e fará a requisição de exames complementares, como radiografias, tomografias, exames de sangue etc., de acordo com cada caso. Esses exames possibilitarão que o cirurgião avalie a sua condição de saúde e as características dos dentes impactados que não são visíveis no exame direto da boca, como o formato e a posição exata do dente e sua proximidade ao nervo, o que indicará a ele o grau de complexidade da cirurgia e permitirá que seja elaborado o plano cirúrgico adequado ao seu caso.

É importante que você descreva precisamente ao cirurgião o seu histórico médico e odontológico, além das medicações que está utilizando.

a anestesia geral para a total inconsciência. O cirurgião discutirá essas possibilidades com você e juntos vocês selecionarão o método mais adequado ao seu caso.
O dente poderá ser removido diretamente do alvéolo com o uso dos instrumentos adequados, quando erupcionado. Se impactado, haverá a necessidade de uma incisão gengival e possivelmente corte do osso adjacente para retirar o dente íntegro ou cortado em pedaços. Serão dados alguns pontos e, então, você deverá tomar rigorosamente a medicação prescrita pelo cirurgiao.

pacienteA CIRURGIA

 

A remoção de terceiros molares (sisos) é feita pelo cirurgião bucomaxilofacial, treinado para a remoção desses dentes da forma mais adequada e ágil, com as melhores técnicas e materiais. O tempo médio de duração da cirurgia é de uma hora, podendo estender-se em casos mais complexos. Forma e posição do dente, tamanho e curvatura das raízes, espessura do osso que envolve o dente e a condição geral de saúde do paciente são os principais fatores que definem o grau de complexidade da cirurgia.

Podemos usar vários métodos anestésicos para minimizar o desconforto cirúrgico, como a tradicional anestesia local, o óxido nitroso para relaxamento, a sedação intravenosa para aumentar o relaxamento e a anestesia geral para a total inconsciência. O cirurgião discutirá essas possibilidades com você e juntos vocês selecionarão o método mais adequado ao seu caso.

O dente poderá ser removido diretamente do alvéolo com o uso dos instrumentos adequados, quando erupcionado. Se impactado, haverá a necessidade de uma incisão gengival e possivelmente corte do osso adjacente para retirar o dente íntegro ou cortado em pedaços. Serão dados alguns pontos e, então, você deverá tomar rigorosamente a medicação prescrita pelo cirurgião.

casaAPÓS A CIRURGIA

 

O cirurgião lhe fornecerá uma série de indicações pós-cirúrgicas. As primeiras 72 horas são potencialmente mais desconfortáveis e você poderá aplicar gelo na região para colaborar com a diminuição do inchaço e dos possíveis hematomas, que são absolutamente normais após o procedimento cirúrgico e fazem parte do processo de reparação. Saliva sanguinolenta também é normal durante essas primeiras 72 horas. Se houver sangramento excessivo ou aumento da dor e do edema após esse período, você deverá entrar em contato com o seu cirurgião para avaliação.

A abertura da boca também poderá ficar temporariamente limitada. Após alguns dias, poderá ser aplicado calor úmido para ajudar a restaurar os movimentos maxilares.

Nos dois primeiros dias após a cirurgia, devem ser ingeridos alimentos macios, pastosos e líquidos, sem utilização de canudos. Não fazer bochechos, ingerir alimentos duros ou fumar, pois isso pode atrapalhar a estabilização do coágulo necessário à cicatrização e ao processo de regeneração como um todo.uma incisão gengival e possivelmente corte do osso adjacente para retirar o dente íntegro ou cortado em pedaços. Serão dados alguns pontos e, então, você deverá tomar rigorosamente a medicação prescrita.

POSSÍVEIS RÍSCOS E COMPLICAÇÕES

Todo procedimento cirúrgico apresenta riscos, que são minimizados por nossos cuidados e técnicas. Antes do procedimento, todos esses riscos devem ser discutidos com seu cirurgião.

1) Infecção
A Trata-se da complicação mais comum, que cessa com utilização de medicação antibiótica. Qualquer sinal anormal deverá ser comunicado ao seu cirurgião, como febre, inchaço anormal, gosto salgado ou ruim na boca e formação de pus.

2) Lesão
Dentes adjacentes, restaurações ou pontes que estejam próximos ao local cirúrgico podem ser danificados.
3) Alveolite
Quando há infecção do local vazio onde antes estava instalado o dente, por falha na formação do coágulo pós-cirúrgico. O alvéolo seco expõe o osso, deixando-o vulnerável a infecções.
4) Dormência ou sensações alteradas
Em alguns casos, os dentes do siso estão muito próximos a nervos importantes, que podem ser lesionados durante a cirurgia, causando perda parcial ou total de sensação da região. Lábio, língua, bochecha, queixo, gengivas e dentes podem ser afetados. Essa perda pode ser temporária ou permanente.
5) Complicações no seio maxilar
Os dentes do siso superiores podem estar muito próximos ou com as raízes no interior do seio maxilar. Quando removidos, esses dentes podem deixar uma abertura no seio, que raramente poderá infeccionar.
6) Fragmentos de raiz
Pode ocorrer fratura de raízes longas e frágeis. O cirurgião pode optar por não remover o fragmento e acompanháa-lo periodicamente por radiografias.
7) Fratura dos ossos maxilares
Em casos de ossos maxilares estreitos e dentes severamente impactados, poderá ocorrer fratura, que será visualizada e tratada pelo cirurgião.

8) Dores na articulação temporoandibular ou funcionamento anormal dos ossos maxilares
Ocorrência rara, mas possível, que deverá ser comunicada ao seu cirurgião para tratamento. Qualquer problema prévio na articulação temporomandibular deverá ser comunicado ao cirurgião.